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CRESCER-DOWN |
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Pais
e estudiosos da SD tendem a se preocupar quase exclusivamente com aspectos
ligados ao comprometimento intelectual de suas crianças, suas dificuldades
de fala ou aprendizagem, esquecendo às vezes, da importância
do desenvolvimento social, emocional e de sua independência. Preocupando-se unicamente com a reabilitação, corre-se o risco de relevar a capacidade da pessoa com SD de tornar-se autônoma, capaz de fazer escolhas e ter uma vida social adequada a seus desejos e possibilidades. |
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A falta de habilidades muitas vezes está relacionada à ausência de oportunidades, provocada pela baixa expectativa dos pais e profissionais em relação à criança com SD. Até pouco tempo atrás, acreditava-se que as limitações dos jovens com SD eram muito maiores e, portanto, esperava-se pouco deles. Hoje sabemos que eles podem muito, desde que lhes sejam dadas as oportunidades adequadas. A entrada e permanência de uma pessoa com SD no mercado de trabalho depende não apenas de suas habilidades e nível de escolaridade, mas também de seu grau de autonomia e de seu comportamento social. Além da autonomia, outros aspectos são relevantes nesta fase: sabe-se que a adolescência é um período de mudanças e não é porque o adolescente tem SD que ele não irá vivenciá-las. É importante, portanto, que os adolescentes com SD possam viver esse adolescer, através do auto-conhecimento e grupos de convivência. A autonomia é coroada pela inserção no mercado de trabalho e na realização plena de sua cidadania. Pensando nisso tudo, criamos o grupo Crescer-Down.
Estrutura dos encontros: Os encontros são semanais com duração de 2 horas, sendo a Clínica Evolutiva (Curitiba) o ponto de encontro ou local das reuniões.Os grupos são pré-determinados, e organizados de acordo com as características de cada participante e com os objetivos a serem trabalhados. Informações:
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